"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente."
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Bom dia...
Todos os dias, dou uma pesquisada na internet, para me atualizar sobre todos os tipos de adoção de crianças no nosso Brasil...E hoje, me deparei com um texto belíssimo, lindo, que descreve exatamente o que eu e meu marido estamos vivendo...Gente, é inacreditável que nós, futuros pais, não possamos correr a trás de nosso sonho, e buscar em lares de crianças abandonadas, a nossa filhinha...se estamos preparados,legalmente habilitados...porque devemos aguardar que o juizado nos comunique? porque esperar? enquanto nossas crianças crescem em abrigos, perdem a chance de terem uma família, tudo por causa da burocracia...
Abaixo, texto anexo para que todos, como nós, tenhamos entendimento a respeito do caso...
Nos indignamos sim,mas não desistimos jamais. Sabemos que nossa filhinha já está a nossa espera em algum lugar...e vamos encontrá-la, não ficaremos sentados esperando....
QUINTA-FEIRA, 5 DE ABRIL DE 2012
sobre doação
Oi, nos chamamos: RONALDO CANEDO SILVA, e FABÍOLA BATISTA CANEDO SILVA. Somos casados e a cerca de mais de um ano, procuramos entrar na fila de adoção.
Mas estamos vivenciando o quando a burocracia prejudica os direitos da criança em nosso Brasil.
Interessante mencionar que ficamos mais de um ano para conseguir o certificado de aprovação para adoção. Agora que o temos, não adianta visitar nenhum lar, pois em todos que procuramos, foi dito que precisamos aguardar que eles que ligam de acordo com a classificação de entrada nesta lista de adoção.
Bem, note o caso:Sabendo de um lar de criança que tem duas crianças, ligamos para comissária de menor e segundo ela, tem duas crianças para adoção. No entanto, tem 700 (setecentas) famílias na frente. Ela já contatou 200 (duzentas) faltando mais 500 (quinhentas).
Bem a situação: quanto tempo levará para contatar mais quinhentas famílias? Um, dois ou três anos? Daqui um, dois ou três anos já se atinge outro perfil de escolha das famílias,,, assim, subentende que alguém com aquele perfil de até dois anos a tempos atrás, já perdeu a chance para adotar e daqui a três anos, vai ficar mais difícil para criança ser adotada, pois fica com mais idade. Mas, como fica a questão da lei quando diz:
a LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.Art. 19. § 2o A permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de 2 (dois) anos,
Não seria mais razoável realizar leis "reais", ou seja, leis que atendam a realidade. Exemplo: se você já está aprovado para adoção, você poderá ou deverá visitar lares que atendam o seu perfil para adoção. Uma vez que tem a criança, ficará como preferência aquela família que chegou primeiro. Assim, o interessado é que terá que "correr" a trás do seu "filho".
Conheço famílias que estão a anos na fila de adoção e nunca receberam uma ligação. E não adianta mencionar que é por causa das muitas exigências que o casal impõe, pois no caso deles o perfil é bem elástico. Sendo assim ficam desanimados de correr atrás de algo que nunca conseguem.
No nosso caso, fica assim a situação da criança e nossa: existe uma criança pronta para adoção e uma família pronta a dar um lar digno para ela. Aprovados e prontos a visitar e fazer o melhor para ter esta criança. Mais temos que ficar sentados à espera que alguém contate alguém que queira. E quando isso acontecer, pode ser que a criança já tenha mais idade do que se pretendia adotar. Os dois foram "lesados" pela lei.
Parece que são as famílias que exigem demais para adotar uma criança ou as leis que dificultam tanto?
Parece que gastam dinheiro demais com campanhas para adoção e colocam menos condições para a adoção.
Atenciosamente: RONALDO CANEDO SILVA, e FABÍOLA BATISTA CANEDO SILVA
Perfeito....
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